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🎬 Bastidores da Criação #10
Tesouro e moedas.

Opa, Criador! Como vai? Essa é a 10ª edição dos Bastidores da Criação, uma newsletter onde eu mostro a minha rotina real de produção de conteúdo para mim e para meus clientes, levando todos os Bastidores, Perrengues e Sucessos de um Criador de Conteúdo.
E hoje nós vamos falar sobre conteúdos conteúdos rasos e profundos.
30s ou 30min?
Todo mundo está querendo a sua atenção, isso não é novidade.
E se você está lendo essa carta, eu sou grato por você ter dedicado seu tempo a esse conteúdo e me esforço para valorizar ele ao máximo.
Porém aqui, na newsletter, estamos em lugar onde eu não preciso, muitas vezes, te entreter.
Você já entra aqui sabendo que terá um conteúdo denso e profundo e que realmente vai te ajudar em uma dificuldade que está passando ao criar conteúdo.
Esse tipo de conteúdo, vamos chamar de tesouro.
Mas nas Redes Sociais não é assim.
Não nas Redes Sociais de conteúdo raso.
Como Instagram, Twitter, TikTok ou LinkedIn.
Esse tipo de conteúdo, vamos chamar de moeda.
Plataformas onde você tem 30s para passar uma mensagem que poderia ser passada em uma aula de 30min.
E muitos criadores de conteúdo erram nessa tecla:
As pessoas estão lá justamente para consumir o conteúdo de 30s, não o de 30min.
As pessoas estão já para se entreter, não se educar, em grande parte das vezes.
As pessoas estão lá para consumir a moeda, não o tesouro.
O que acontece é, mais ou menos, o seguinte:

Você cria um tesouro: Ele tem valor, ele tem informações úteis e você está entregando o melhor que conhece e pode naquele conteúdo.
Você distribui ele em redes sociais rasas: Você posta esse conteúdo no Instagram, TikTok, Twitter, redes sociais em que as pessoas usam, em sua maioria, para se entreter.
O engajamento do post é menor com as primeiras pessoas que alcança, logo…
O alcance dele também é cortado pelo algoritmo, afinal, se ele não retém as pessoas na plataforma, é melhor mostrar outro conteúdo que retenha;
O post tem pouco resultado no geral
Moeda, uma parte do tesouro.
O problema não é o seu conteúdo, eu confio que você sabe aquilo que está falando e tem sim algum valor a agregar.
O problema é onde você está entregando esse conteúdo.
O problema é a rede social que você escolhe para distribuir.
Por isso, seu conteúdo das redes sociais rasas deve ser uma moeda.
Assim como a moeda é parte de um tesouro, seu conteúdo raso deve ser uma parte do seu conteúdo profundo, não ele inteiro.
Imagina se eu tentasse postar essa newsletter no Instagram, ela iria ir mal, com certeza.
Agora, se eu posto uma parte da newsletter, uma moeda, ainda por cima decoro ela com um pouco de entretenimento, dessa forma, eu consigo ter resultados melhores.
Como nesse vídeo adaptado de uma newsletter: Marketing é sobre Valores.
Existem formas de deixar essa moeda mais atrativa para que ela consiga, ao mesmo tempo que entreter quem consome, educar e gerar valor.
Vamos ver algumas.
4 Tipos de moedas.
Moedas em Alta
Assim como o Bitcoin a algumas semanas, são aqueles conteúdos criados em torno de algum assunto que “todo mundo está falando”, onde você fala sobre esse assunto mas voltado a lições do seu nicho.
Nas últimas semanas, por exemplo, tivemos vários conteúdos falando do Pablo Marçal, e antes dele, assuntos como Milei na Argentina, Apple Vision Pro, Oppenheimer e Barbie, Apple Vision Pro.
Moedas Históricas
São aqueles tipos de conteúdo em que você consegue relacionar algum aspecto da sua história e vivência da vida, com o nicho que você atua hoje e tem conhecimento. É como você tirasse lições sobre o seu nicho de um aspecto único, que é a sua história, experiências de vida e perrengues.
No meu perfil, são conteúdos que performaram muito bem como:
Moedas Marcantes
São os conteúdos que marcam o seu posicionamento, em que você consegue mostrar justamente os seus valores, suas crenças, inspirar algumas pessoas e pelo outro lado se posicionar contra outras.
As moedas marcantes vão contra o senso comum da sua área, alguma ideia, filosofia, ou até mesmo pessoas que as defendem, e te permitem se posicionar no seu nicho, aproximando quem concorda e afastando quem pensa o contrário
Alguns conteúdos sobre contra-senso:
Moedas vitrine
São estudos de caso sobre um trabalho que você mesmo realizou ou que alguma autoridade ou marca realizaram no seu nicho. Aqui entram cases de mercado, depoimentos de clientes, resultados de produtos ou serviços que você oferta, eles tendem a performar pior, mas o objetivo deles é converter, não engajar.
Quanto produzir?
Isso não quer dizer que você deva produzir só esses tipos de conteúdo, mas que você pode passar a incorporar eles nas suas redes sociais.
E quanto de cada? Eu recomendaria algo do tipo:
[10-20%] Conteúdo de Topo de Funil: Como as “Moedas em Alta”
[60-70%] Conteúdo de Meio de Funil: Como as “Moedas Históricas” e “Moedas Marcantes”
[10-20%] Conteúdo de Fundo de Funil: Como as “Moedas Vitrine”
Existem outros tipos de moedas, claramente, mas essas podem ser um início para você.
Espero ter ajudado e até semana que vem,
Roberto
Ps.: Se você quiser a minha ajuda para aplicar isso no seu perfil, clique aqui e vamos conversar.
🎯 Ações a serem tomadas
O que você pode fazer quando acabar essa carta para colocar as coisas em prática?
Anote 1 ideia de conteúdo “Moeda em Alta”
Anote 2 histórias pessoais para os conteúdos “Moedas Históricas”
Anote 1 depoimento de cliente para os conteúdos “Moedas Vitrine”
🎬 Bastidores da Rotina
🏃 Para quê estou treinando? Estou quase 100% recuperado da Canelite, a meta é correr uma outra prova no fim de Maio. Tive que ficar de repouso do tênis nos últimos dias também.
📚 O que estou lendo? Finalizando o livro “Comece pelo porquê” do Simon Sinek
⛰️ Acompanhamento das Metas do Ano
100 inscritos na newsletter ao fim do ano [atual: 53] [+2] 🟢
40 newsletters escritas no ano todo [atual: 10] [+1] 🟢
3.000 seguidores no Instagram [atual: 2.055] [-9] 🔴
100 posts no Instagram no ano todo [atual: 14] [+2] 🟢
⌛ Faltam 281 dias para o ano acabar