🎬 3 tipos de conteúdo para construir sua marca pessoal

e sair da mesmice do Instagram

Opa, Criador! Como vai? Essa é a Bastidores da Criação, uma newsletter onde eu mostro a minha rotina real de produção de conteúdo para mim e para meus clientes, levando todos os bastidores, perrengues e sucessos.

Essa é mais uma dose daquele conteúdo que você adora: direto ao ponto e sem mimimi (como foi um feedback que recebi recentemente).

Já cansou de ficar vendo o algoritmo do Instagram como se fosse mais enigmático que o final de "Inception" (ou, A Origem, para os Brasileiros)?

Já se perguntou por que alguns perfis crescem enquanto o seu parece mais estagnado que água de poço?

Pois então, deixa eu te contar uma verdade inconveniente: pode ser que você esteja criando conteúdo do mesmo jeito que todo mundo, e o que tem de errado?

Se você cria “igual todo mundo” acaba se tornando só mais um.

Durante o último ano, analisei mais de 900 posts de criadores que realmente estão crescendo aqui na empresa (não essa galera que compra seguidores, ok?). E se me permite usar essa palavra, notamos um padrão.

Os perfis que crescem e, mais importante, convertem estão seguindo algum desses 3 tipos de conteúdo que vou te mostrar.

E não, você não vai precisar dançar ou fazer trends ridículas para implementar isso.

Vamos ao que interessa:

1. Vida Pessoal

Uma marca pessoal é mais pessoal do que marca.

O que vende no digital não é só o produto ou serviço. É a história por trás de quem está vendendo.

Antes de saber da sua "solução inovadora em marketing digital" ou seu "método de 3 etapas para ter mais clientes" as pessoas querem saber quem é você por trás disso tudo. Se você já quebrou a cara como elas. Se você toma café preto ou com leite (tá, talvez isso não, exagerei).

As pessoas compram de pessoas. E quando você mostra quem é, cria uma conexão que vai muito além do profissional.

Exemplo prático:

  • Uma foto da sua formatura e o que te motivou a empreender (Bônus: incluir aquele corte de cabelo questionável da época)

  • Um registro de uma conquista pessoal e a lição que ela trouxe (Tipo quando você finalmente teve coragem de largar aquele emprego tóxico)

  • Um momento descontraído do seu dia a dia (Sim, até aquela foto do seu cachorro conta - desde que tenha uma história por trás)

2. Timing Posts

Conteúdos que pegam carona em assuntos do momento.

O assunto já está quente, já tem gente interessada, e você simplesmente entra na conversa trazendo sua visão sobre aquilo.

É basicamente aquele amigo que não contribuiu nada para o trabalho de grupo, mas chegou na hora da apresentação com uma camisa social e ganhou nota máxima. Você está aproveitando o trabalho duro da mídia em criar o burburinho.

Isso é o chamado newsjacking - aproveitar notícias ou tendências atuais para criar um conteúdo relevante e de alto alcance.

Exemplo prático:

  • O que a Black Friday pode te ensinar sobre precificação (Além de que "70% OFF" geralmente significa "preço normal mas fingimos que estava caro antes")

  • Por que o debate sobre IA gera tanto medo (e como se preparar enquanto seu colega passa a noite insone temendo o Skynet)

  • O que o novo filme da Marvel revela sobre marketing narrativo (Spoiler: não é que você precisa de um orçamento de 200 milhões para ser notado)

3. Contra-Senso

A internet já está cheia de conteúdos repetidos, dicas genéricas e frases motivacionais sem alma, quer ver só? Tem alguns clichês como…

  • Acredita em você e o sucesso virá

  • No fim vai dar certo, se não deu é por que não chegou no fim

  • Trabalhe enquanto eles dormem

Isso só deixa seu conteúdo ainda mais normal. E você não quer ser só normal. Então o que produzir para chamar atenção de verdade? Algo que desafia o senso comum.

E o contra-senso serve pra isso. Aqui, quero deixar claro:

Não é sobre ser polêmico por ser polêmico.

Não é sobre ser o chatão do "na verdade...".

É sobre trazer uma perspectiva diferente, bem fundamentada, que faz as pessoas pararem para pensar e saírem da mesmice.

Exemplo prático:

  • "Cursos não servem para aprender, mas para networking" (Chocante, eu sei, mas você sabe que é verdade)

  • "Viralizar é para amadores. Engajar é para quem quer lucrar" (Enquanto seu concorrente comemora 1 milhão de views e zero vendas)

  • "Você não precisa de mais seguidores (precisa de melhores)" (Golpe duro em quem está comemorando seguidores comprados da Indonésia)

O segredo não é usar essas estratégias isoladamente, mas combiná-las em um plano consistente de conteúdo.

E não, não vou te recomendar postar 3 vezes por dia e criar conteúdo para 7 redes sociais diferentes. Ninguém tem tempo para isso (a menos que você seja um adolescente sem contas para pagar — acho que não tem nenhum inscrito nessa news).

Mas vou te recomendar uma coisa: é melhor criar 3 conteúdos bons por semana do que 1 "obra-prima" por mês que ninguém vai ver porque o algoritmo já esqueceu que você existe.

A consistência é mais importante que a perfeição.

E por favor, pare de se preocupar com a qualidade da câmera ou se você tem as ferramentas perfeita.

Ninguém liga para isso tanto quanto você pensa.

O conteúdo é rei, a estética é apenas a coroa.

Hodie, nunc!

Roberto

Eu te ajudei? 👀

Seja sincero. Se te ajudei… não faz mal pra ninguém compartilhar a edição de hoje, pelo contrário, você vai ajudar outro criador.

Antes de ir…

Primeiro, obrigado por me deixar estar na sua caixa de e-mail (quase) todo santo dia.

Segundo, queria te perguntar… você já se sentiu atrasado nas redes sociais? Como se todo mundo estivesse um passo na sua frente? Se sim…

Então talvez você goste também do meu último vídeo no YouTube, clique no link abaixo e assista.